São anos de estudo, o sacrifício das famílias e um investimento mensal superior a R$ 10 mil para preparar profissionais que cuidam de pessoas.
Defender a avaliação a partir do 4º ano é defender qualidade na formação, responsabilidade com o dinheiro público e vidas preservadas, especialmente no interior da Amazônia, onde a falta de médicos e especialistas ainda é uma realidade.

