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Home»Saúde»Prefeitura de Manaus alerta para importância do esquema vacinal da gestante indicado no pré-natal
Saúde

Prefeitura de Manaus alerta para importância do esquema vacinal da gestante indicado no pré-natal

Redacao News AmBy Redacao News Am4 de fevereiro de 2025Nenhum comentário4 Mins Read
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A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), reforça o alerta sobre a importância do cumprimento do esquema vacinal da gestante indicado no Pré-natal. O esquema representa uma proteção fundamental à saúde do feto e nos primeiros meses de vida do bebê, além de fortalecer o sistema imunológico das gestantes e puérperas na proteção contra influenza, tétano, difteria, coqueluche, hepatite B e Covid-19.

A chefe da Divisão de Atenção à Saúde da Mulher da Semsa, enfermeira Lúcia Freitas, explica que todas as Unidades de Saúde da rede municipal ofertam atenção e cuidado no pré-natal, incluindo consultas médicas e de enfermagem, exames, atendimento em saúde bucal e imunização.

“São ações que visam proteger, de forma integral, a saúde da mãe e da criança, reduzindo os riscos de adoecimento, da mortalidade materna e infantil ao longo do período gestacional, considerando que mães e bebês encontram-se mais suscetíveis aos fatores de risco à saúde na gestação. Por isso, as vacinas são tão essenciais nesse processo, já que existem para prevenir doenças e fortalecer a resistência imunológica de ambos. A gravidez não é uma doença, mas requer cuidados redobrados em razão das alterações ocorridas no sistema imunológico dessas usuárias durante a gestação”, destacou Lúcia Freitas.

Segundo o Calendário de Vacinação da Gestante do Ministério da Saúde, as vacinas indicadas para gestantes são: Dupla adulto (dT) para a prevenção contra tétano e difteria, devendo ser iniciada, ou completada, na gestação em três doses; dTpa, que protege contra difteria, tétano e coqueluche, recomendada em uma dose a cada gestação, a ser aplicada a partir da vigésima semana da gravidez; e Hepatite B, devendo ser iniciada ou completada em três doses, de acordo com o histórico vacinal.

“É importante lembrar que a aplicação das vacinas, com o número de doses indicado, deve ser feita após avaliação do histórico vacinal de cada gestante pela equipe de saúde. A atenção minuciosa e o registro adequado no sistema de informação e na Caderneta da Gestante, por parte dos profissionais de saúde, são muito importantes”, aponta Lúcia Freitas.

Durante a gestação, a mulher deve receber ainda a vacina contra a Influenza (gripe), que pode ser administrada à gestante em qualquer período gestacional e também às puérperas (até 42 dias após o parto). Esta recomendação é a mesma para a vacinação contra a Covid-19.

“As gestantes estão no grupo de risco para complicações que podem ocorrer devido a influenza ou Covid-19, apresentando sintomas mais graves dessas doenças e aumentando os riscos de hospitalização”, informa Lúcia.

Complicações

A ausência da vacina durante o Pré-natal pode ocasionar diversas situações que não prejudicam apenas a saúde da gestante, mas que aumentam os riscos de morte da criança e mesmo da mãe.

“O tétano neonatal, por exemplo, é uma doença grave, que incide em uma alta taxa de letalidade materna, e a difteria causa problemas respiratórios, apresentando por sua vez, alta taxa de mortalidade entre os recém-nascidos que contraem a doença. Já a imunização contra a coqueluche evita que a gestante transmita a doença ao recém-nascido e também leva a uma transferência de anticorpos maternos ao feto, o que vai proteger a criança nos primeiros meses de vida”, pontuou Lúcia Freitas.

No caso da hepatite B, infecção que atinge o fígado, a enfermeira lembra que a transmissão pode ocorrer da mãe para o bebê na gestação, no parto e na amamentação. Por isso, todas as gestantes devem realizar o teste rápido para hepatite B no pré-natal de forma oportuna. “O diagnóstico precoce permite que se oportunize os cuidados necessários que evitam a transmissão vertical da doença na gestação, isto é, da mãe para o filho, reduzindo assim, a exposição aos riscos de a criança desenvolver hepatite B crônica”, conclui.

— — –
Texto – Eurivânia Galúcio/Semsa
Fotos – Divulgação/Semsa

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