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O senador Eduardo Braga explicou que existem hoje mais de 1.200 fintechs, empresas que funcionam como bancos digitais, atuando sem fiscalização. Segundo ele, isso abre espaço para que gente desonesta esconda dinheiro ou lave dinheiro sujo. Braga afirma que o Brasil não pode esperar até 2026 para resolver isso. Para ele, essas contas precisam ser fiscalizadas de verdade ou acabar de vez. O senador reforça que o sistema financeiro deve proteger o cidadão, não facilitar o crime.

